5 dicas para iniciantes nas pontas

Na minha primeiríssima aula de ponta eu sofri tanto, que realmente pensei em desistir. rs Mas depois que troquei de modelo e fui me adaptando, a dor passou a ser menor e mais muscular, digamos assim. E ficou tudo bem.

1- Escolha a sua proteção: Há ponteiras de tecido, silicone, espuma, caseiras (até de saco plástico eu já ouvi falar). No meu caso, como minha Gaynor é do tamanho exato do meu pé, uso esparadrapo, uma dedeira em um dedão e vou com fé.

2- A ponta não deve esfolar seu pé em cada aula (principalmente se você não é profissional, ou não ensaia com frequência). Se isto acontece, converse com sua professora e troque de modelo.

3- Tenha confiança. Na hora de fazer os exercícios não execute os movimentos com medo. Concentre-se, escolha um ponto fixo na parede e gire!

4- Bailarina não precisa ter pé feio (na medida do possível): Faça a unha com uma manicure que você já conheça e de preferência no final de semana (e não um dia antes de uma aula de ponta). Se preferir, há a opção do podólogo. Uma vez por mês já é o bastante.

5- Coque-sempre-impecável. Fios soltos, caindo nos olhos, grampos frouxos dificultam demais. Parece coisa boba, mas cabelo mal preso só distrai e atrapalha. 😉

Texto originalmente publicado no blog Meia Ponta. Acesse o canal do Meia Ponta no Youtube.


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Carol Lancelloti
Carol Lancelloti

Carol Lancelloti é carioca, formada em Moda e, em breve, pós-graduada em Design Gráfico. Criativa em essência e comunicadora, em 2010 criou a primeira revista digital colaborativa para mulheres do Brasil, aLagarta, que se manteve ativa até 2017. Hoje, está à frente do seu meia ponta, projeto focado em ballet adulto que surgiu em 2009, quando começou no ballet clássico.

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