Make de ballet by Dermage

A Dermage, marca que a gente adora há tempos, deixou nossas bailarinas lindas no último editorial. Amamos!

Fotos: Cris Gomes

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Editorial Coleção Aninha

Ballet lovers, vocês já viram no nosso site e redes sociais que a nossa coleção Aninha é fofa demais, né? Ela é inspirada pelas mini bailarinas, que muitas vezes ainda nem têm idade para começar a dançar, mas já demonstram encanto pelo nosso universo. São bodies, tutus, camisetas, cardigans exclusivos e muito mais.

Vem ver um pouquinho do nosso editorial fotografado pela querida Cris Gomes com participações muito especiais!

Ficha técnica:

Fotógrafa:

Cris Gomes

Modelos mirins:

Manuela, Ana Vitória, Maria, Paula, Luna, Valentina, Maria Eduarda, Sophie Marie e Verônica.

Participações especiais:

Ana Botafogo, Marcia Jaqueline, Marot e Brenda.

Agradecimentos:
Dermage Brasil
Studio Nique
Paula Neder
Côco Legal

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Galeria | veja como foram os cursos 2016 da Royal Academy of Dance

Veja os cliques dos cursos de Pre-Primary e Primary em Dança e Advanced 2 com as tutoras Pamela Richardson, Marly Apoliano e Ana Maria Campos.


Ensaio fotográfico mostra a força e o sacrifício de bailarinos clássicos

Bailarinos podem parecer leves como uma pena quando cruzam o palco, mas a verdade é que seus  corpos podem competir com os atletas mais fortes do mundo.

Em sua nova série “What Lies Beneath”, o fotógrafo Rick Guest queria mostrar a habilidade e devoção dos dançarinos. “A inspiração para esta série vem dos próprios dançarinos.”, disse ele ao “O desempenho no palco procura esconder completamente o esforço que é necessário para alcançar tal proeza física.”, concluiu.

Rick Guest foi convidado para fotografar as mais prestigiadas companhias de dança do mundo para o projeto, incluindo The Royal Ballet. Veja algumas fotos:

Ed Watson

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Olivia Cowley

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Eric Underwood

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Sarah Lamb

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Steven McRae

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Ed Watson

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Tamara Rojo

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Ed Watson

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Melissa Hamilton

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Sergei Polunin

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Zenaida Yanowsky

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Louis McMiller

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Marianela Nunez

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Dança, Música e Fotografia

Arte da imagem em movimento, que não deixa rastros e nem vestígios materiais, a dança é permeada pela efemeridade. Acontece no aqui e no agora e o que resta depois são apenas as lembranças de quem a presenciou.

Mas ao aliar-se à arte da imagem fixa, a fotografia, ela ganha o poder de ser eternizada, pelo menos em alguns aspectos.  Entre a visibilidade da superfície corpórea, entre a invisibilidade dos rastros oriundos dos movimentos e entre o equilíbrio e o desequilíbrio, a dança acontece. E a fotografia permite que tudo isso seja exposto em apenas uma única imagem. É algo mágico!

Devo confessar que sou uma bailarina apaixonada por fotografia. Termino um espetáculo e já vou direto ao fotógrafo para conferir como ficaram os registros e 90% da memória do meu HD é ocupada por fotos de dança!

Na verdade, não só por fotos de dança, mas por fotos de arte em geral. A última sessão de fotos que fiz foi aliando as artes da dança e da música, afinal, como disse o coreógrafo George Balanchine: “ Dança é Música feita visível”!

A sessão foi na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, com a fotógrafa Mônica Lopes e o Violoncelista Mateus Ceccato. A temática era “A Morte do Cisne”, o famoso solo do coreógrafo Michel Fokine, eternizado pela bailarina Anna Pavlova, com música de Camille Saint-Saëns.

Confira aqui algumas fotos:

 

MakingOf da Sessão de fotos

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Foto MakingOf da Sessão de fotos

Ao olhar as imagens, fica claro que fotografar expressões artísticas é muito mais do que simplesmente “chapar”  o corpo de um bailarino ou de um músico em uma imagem fixa. É uma tentativa de fazer o tempo parar, fazendo aqueles movimentos, gestos e emoções durarem “ad aeternum”. É  a mágica de capturar a beleza da alma dos artistas em um instante e permitir que ela perdure em um futuro infinito!


A história de Manon

O fotógrafo James Bort é conhecido pelos ensaios deslumbrantes que fotografa com os bailarinos da Ópera de Paris. Neste, clicou Dorothée Gilbert e Hugo Marchand dançando Manon no foyer maravilhoso da Ópera Garnier. A gente amou ♥ e vc?

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Treinamento físico para bailarinos

Meu nome é Bárbara Pessali e sou bailarina e pesquisadora em dança. Entrei nessa área científica porque durante a minha formação de bailarina encontrei muitas barreiras físicas e meus professores não sabiam ao certo como me ajudar além de dizer “continue tentando”. Acontece que eu tentava, todos os dias, antes, durante e após as aulas, até que eu resolvi cursar a graduação em Educação Física para entender melhor “como tentar”.

Misty Copeland, primeira bailarina do ABT, conhecida pelo seu excelente preparo físico / Henry Leutwyler

Durante a graduação percebi que a literatura científica sobre preparação física para bailarinos era quase inexistente, então continuei estudando para desenvolver um método que fosse específico para os bailarinos. Hoje sou Mestra em Biomecânica, estudo aspectos biomecânicos de bailarinos e tenho um Centro de Treinamento Físico especializado em bailarinos. O BASTIDORES CENTRO DE TREINAMENTO fica em Belo Horizonte e conta com 4 professoras que entendem as necessidades dos bailarinos e procuram, por meio do treinamento físico vencer barreiras para melhorar a técnica e performance em parceria com as companhias, escolas de dança e professores desses alunos!

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Foi trabalhando no Bastidores e unindo as pesquisas realizadas no BIOLAB – Laboratório de Biomecânica da UFMG, que desenvolvi um método de treinamento patenteado (O Best Performance and Movement) e um equipamento para mensuração e treinamento da flexibilidade de bailarinos, também em processo de patente. Acontece que aqui no Brasil estou de mãos atadas, pois ao contrário da Ciência do Esporte, a Ciência da Dança não é uma área de pesquisa desenvolvida e eu sou uma das poucas pessoas que tentam desbravar essa área em busca de saúde, desempenho e qualidade de vida para os bailarinos.
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Em setembro estou partindo para a realização do meu doutorado no Institute for Performance Research na Manchester Metropolitan University, uma universidade na Inglaterra que une os conhecimentos das áreas das Ciências do Esporte e da Dança. Estou sendo financiada pelo governo brasileiro por meio da CAPES e não só daqui a quatros anos retornarei ao Brasil com esse conhecimento como continuarei em constante contato com a minha equipe do Bastidores enviando tudo de novo que for produzido no laboratório para acrescentar na preparação física dos bailarinos que treinam com a gente. Meu sonho é difundir a Ciência da Dança no Brasil, criando centros de pesquisa e treinamento específicos para bailarinos, para que eles possam ter carreiras mais saudáveis e longas. O Bastidores é apenas o pontapé inicial desse projeto.

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Por Bárbara Pessali Marques. É bailarina formada pelo CEFAR – Centro Artística do Palácio das Artes/Fundação Clóvis Salgado, bacharel e licenciada em Educação Física pelo UNI-BH – Centro Universitário de Belo Horizonte, especialista em Treinamento Esportivo pela UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Ciências do Esporte – UFMG. Co-fundadora, bailarina e preparadora física da Trama Cia de Dança. Diretora da produtora artística Multiart Ltda, fundadora e presidente da ONG OELO e coordenadora técnica do Bastidores Centro de Treinamento Personalizado. Desenvolveu e registrou um método de treinamento específico para a dança “Best Performance and Movement” e um equipamento para mensuração e treinamento da flexibilidade em bailarinos. É professora do curso de Educação Física e Pedagogia da Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG, membro do laboratório de Biomecânica da UFMG e doutoranda no Institute for performance research na Manchester Metropolitan University – Inglaterra.

 

Crédito das fotos: Henry Leutwyler


Bastidores da campanha de inverno 2015 da Loja Ana Botafogo

Em 2015 a Loja Ana Botafogo está completando 8 anos e para comemorar, estamos cheios de novidades. Além da nova loja virtual, realizamos pela primeira vez um ensaio fotográfico exclusivo com as nossas peças. As fotos aconteceram na escola de danças ValorArte (Rio de Janeiro) e foi uma experiência tão bacana, que já estamos ansiosos pelo próximo ensaio. Você pode conferir os cliques em todo o nosso site e, pra sentir o clima dos bastidores, é só navegar pela galeria a seguir. Continuar lendo


O espaço e o corpo

Que tal uti­li­zar o corpo para rede­se­nhar o espaço urbano?

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Sim, essa ideia pode ren­der pro­je­tos lin­dos, como o The Urban Yoga, cri­ado por Anja Humljan. Artista, arqui­teta, pra­ti­cante de yoga e dan­ça­rina, Anja espa­lha beleza pelo mundo ao se dei­xar foto­gra­far em poses incrí­veis que desa­fiam a gra­vi­dade pelos espa­ços urba­nos de luga­res como Nova Iorque e Madrid.

Para ela, é uma forma de explo­rar a rela­ção do corpo com a cidade. Ela conta em entre­vista: “As fotos mos­tram minha jor­nada como uma arqui­teta e uma yogi usando o The Urban Yoga para explo­rar for­mas alter­na­ti­vas de com­pre­en­são da rela­ção entre o ambi­ente urbano e nosso corpo”.

“Na medida em que as poses foram pen­sa­das, o meu obje­tivo era ligar, entre­la­çar e imi­tar o espaço urbano, para que as fotos fun­ci­o­nas­sem como uma metá­fora para o fato de que enquanto nos move­mos atra­vés do espaço, nós incons­ci­en­te­mente imi­ta­mos e medi­mos a con­fi­gu­ra­ção espacial”.

“Além disso, fiz o pro­jeto para con­vi­dar as pes­soas a se ren­de­rem ao espaço urbano, com todo o seu corpo, e se entre­ga­rem aos sen­ti­men­tos que estão sendo exe­cu­ta­dos por ele.”

Bonito de ver e de ler, né? Para saber ainda mais sobre o pro­jeto, visite o site.


(Quase) como todos os mortais

Já ima­gi­nou como são as coi­sas sim­ples da vida na pele de um bai­la­rino profissional?

Já dá para parar de ima­gi­nar e ter uma idéia com a bonita e diver­tida série de fotos ‘Dancers among us’, do fotó­grafo Jordan Matter.

Jordan foto­gra­fou bai­la­ri­nos em situ­a­ções banais, como ir às com­pras, tomar banho, atra­ves­sar o sinal, cor­rer para sur­far no mar e por aí vai.

O dife­ren­cial deles para os sim­ples mor­tais é ver a habi­li­dade dos per­so­na­gens exe­cu­tando lin­dos movi­men­tos que pode­riam ficar res­tri­tos ao palco.


A ini­ci­a­tiva foi tão aplau­dida que virou até livro. Clique para ver o vídeo com muito mais sobre a cri­a­ção do projeto:

(Por Mariana – jornalista, adora escrever e acompanha tudo relacionado às artes).


Imagens da Dança

Quantos ins­tan­tes de per­fei­ção téc­nica e artís­tica já foram eter­ni­za­dos pelas len­tes de gran­des fotógrafos.

A foto­gra­fia “guarda” estes ins­tan­tes e per­mite que sejam “revi­si­ta­dos” e, de certa forma revi­vi­dos, de acordo com a nossa vontade.

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Marcelo Gomes e PolinaSemionova em Symphony #9 de Alexei Ratmansky – American Ballet Theatre . Foto: Gene Schiavone

A foto­gra­fia car­rega o indí­cio do movi­mento: a par­tir do ins­tante retra­tado é pos­sí­vel ima­gi­nar o movi­mento todo, se uma perna está no alto, ele deverá des­cer, se um bai­la­rino foi levan­tado, ele deverá vol­tar ao chão, se esti­ver sal­tando é certo que ele vai pousar…

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Angel Corella in David Parsons’ Caught. Photo: Rosalie O’Connor. © Copyright 2013 – Ballet Theatre Foundation, Inc. – All rights reser­ved.

Desta forma, mesmo está­tica, a foto­gra­fia car­rega uma espé­cie de “poten­cial” do movi­mento, e traz em si a ideia da dinâ­mica, do ritmo, da alter­nân­cia entre o repouso e o deslocamento.

Tanto é assim, que a foto “posada”, pro­du­zida em estú­dio, difi­cil­mente car­rega a mesma inten­si­dade emo­ci­o­nal das ima­gens cap­ta­das em cena, durante apre­sen­ta­ções ou ensaios.

Apesar das melho­res con­di­ções de ilu­mi­na­ção, a foto de estú­dio é sem­pre mais fria, mais dis­tante e menos convincente.

Muito dife­rente das fotos tira­das no tea­tro, nas con­di­ções reais (ou quase) de ilu­mi­na­ção, as quais revelam-se, por sua auten­ti­ci­dade, muito mais como­ven­tes, per­su­a­si­vas e dramáticas.

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Julie Kent and Angel Corella in Christopher Wheeldon’s VIII. Photo: Marty Sohl. © Copyright 2013 – Ballet Theatre Foundation, Inc.

Nem mesmo a pos­sí­vel perda de niti­dez, em fun­ção da soma­tó­ria do movi­mento e das con­di­ções “não ide­ais” de ilu­mi­na­ção, faz delas um regis­tro menos admirável.

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Alessandra Ferri and Jose Manuel Carreño in Sir Kenneth MacMillan’s Romeo and Juliet. Photo: Gene Schiavone © Copyright 2013 – Ballet Theatre Foundation, Inc.

A tec­no­lo­gia digi­tal, empre­gada por pro­fis­si­o­nais com­pe­ten­tes e talen­to­sos, tem asse­gu­rado belos regis­tros, mesmo em con­di­ções menos favo­rá­veis, durante as apresentações.

Antes dela, no entanto, houve fotó­gra­fos excep­ci­o­nais que dri­bla­ram as difi­cul­da­des da tec­no­lo­gia ana­ló­gica, com seus deli­ca­dos ajus­tes manu­ais e pro­du­zi­ram usando filme (nega­tivo ou cromo), reve­lando e ampli­ando em papel, regis­tros vali­o­sos e tão expres­si­vos que con­quis­ta­ram mere­ci­da­mente o sta­tus de arte.

MathaSwope foi um exem­plo de pro­fis­si­o­nal da “era ana­ló­gica”; que teve o tra­ba­lho reco­nhe­cido e reve­ren­ci­ado pelo público, pela imprensa espe­ci­a­li­zada e pela crí­tica. Um nome que per­ma­nece, até hoje, como refe­rên­cia na foto­gra­fia de dança.

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Mikhail Baryshnikov rehe­ar­sing Le JeuneHomme et la Mort with Roland Petit and Bonnie Mathis. – Photograph by Martha Swope

Ex bai­la­rina, Martha foi uma das pri­mei­ras gran­des fotó­gra­fas espe­ci­a­li­za­das em dança e teve o pri­vi­lé­gio de regis­trar a era de ouro do balle clás­sico nos Estados Unidos: GelseyKirklandRudolf NureyevNatalia Makarova,Cinthia GregoryFernando BujonesMikhail BaryshnikovAlessandra FerriJulioBocca e mui­tos outros foram regis­tra­dos por suas lentes.

Em outu­bro de 2012, a fotó­grafa expôs seu tra­ba­lho numa grande mos­tra na Biblioteca pública de artes cêni­cas de Nova Iorque.

Abaixo, uma parte do catá­logo desta exposição.

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O catá­logo com­pleto está dis­po­ní­vel para visu­a­li­za­ção neste link, no site da bibli­o­teca.
O vídeo abaixo, conta mais um pouco sobre a expo­si­ção e sobre a tra­je­tó­ria pro­fis­si­o­nal de Martha.

Os gran­des nomes de hoje:

Atualmente, Gene SchiavoneRosalie O’ConnorMira e Marc Haegemannão nomes cons­tan­te­mente vis­tos nos cré­di­tos das mais belas fotos de dança, cap­ta­das no mundo todo.

Gene SchiavoneRosalie O’Connor Mira tem gale­rias den­tro do site do American Ballet Theatre.

Marc Haegeman tem um site cha­mado “For Ballet LoversOnly“, onde expõe diver­sas gale­rias com fotos belís­si­mas.

Fora dos Padrões:

Indo total­mente na con­tra­mão da busca por niti­dez e fide­li­dade de repre­sen­ta­ção, Mikhail Baryshnikov tem se dedi­cado à foto­gra­fia, seguindo uma linha bem expe­ri­men­tal, regis­trando os tra­ba­lhos de MerceCunninghamde forma nada convencional.

As fotos resul­ta­ram numa expo­si­ção inti­tu­lada “Merce My Way” com­posta, em sua mai­o­ria, por fotos “ris­ca­das”, que mais se asse­me­lham à pin­tu­ras digitais.

Neste link, o bai­la­rino deta­lha, num vídeo pro­du­zido pelo “The New York Times”, seus obje­ti­vos e as téc­ni­cas que empre­gou para a rea­li­za­ção das fotos.

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Mikhail Baryshnikov e as fotos que fez dos bai­la­ri­nos da com­pa­nhia de Merce Cunningham. Foto: Judith Levitt para o The New York Times


Bailarina Projétil

O encon­tro entre a dança, a foto­gra­fia e o urbano com um toque de brasilidade.

Em meu último post, apre­sen­tei ensaios foto­grá­fi­cos inter­na­ci­o­nais que abor­dam o balé em meios urba­nos, tra­zendo a poé­tica desse encon­tro ao público. Hoje, trago mais um pro­jeto foto­grá­fico com essa mesma pro­posta, mas com uma dife­rença: este é nacional!

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O Bailarina Projétil, ide­a­li­zado pela bai­la­rina Taís Alves, explora a beleza urbana típica de nosso país junto às cur­vas natu­rais das bai­la­ri­nas bra­si­lei­ras, o que o tor­nou um pro­jeto plu­ral, cole­tivo e único.

Candai Calmon — Porto da Barra — Salvador, BA

Para uma abor­da­gem e apre­sen­ta­ção mais com­pleta e pro­funda do pro­jeto, con­vi­da­mos a Taís para uma entre­vista espe­cial ao blog da Loja Ana Botafogo. Confira abaixo!

LAB: Como sur­giu a ideia de fazer o Bailarina Projétil?

De uma brin­ca­deira. Antes de ser pro­jeto, era um movi­mento pes­soal um tanto irô­nico, com a hash­tag #Projétildebailarina , repen­sando a página do Ballerina Project (pela qual sou encan­tada). Tirava fotos ama­do­ras minhas em locais públi­cos e ins­pi­ra­do­res (como todo bai­la­rino cos­tuma fazer em seu coti­di­ano, rs) como a página do Ballerina, que se pro­põe a regis­trar, em ima­gens, bai­la­ri­nas em ambi­en­tes ines­pe­ra­dos, cri­ando expe­ri­ên­cias visu­ais sin­gu­la­res, ins­pi­ra­do­ras e poé­ti­cas, tudo isso com poses sim­ples e tra­zendo uma rela­ção forte com o ambi­ente. Eu olhava pra foto e pen­sava: “Não é nenhuma foto do Ballerina Project, mas eu gos­tei”. Daí sur­giu a ‘brin­ca­deira irô­nica’ #ProjétilDeBailarina . Então, o movi­mento era jus­ta­mente em con­tra­ponto à página, pon­tu­ando a dife­rença de corpo e ambi­ente sem per­der a téc­nica e a beleza do movi­mento em qua­li­dade. Com qual intuito? Nós bra­si­lei­ros, den­tro da téc­nica clás­sica, por muito tempo sofre­mos esse “bullying esté­tico cor­pó­reo” (hoje em dia um pouco menos, com alguns pro­fis­si­o­nais con­tem­po­râ­neos que têm refor­mu­lado o olhar sobre a téc­nica), era uma forma de expur­gar aquilo de den­tro, alçando voz em ação… “Impossível viver sonhando a uto­pia”. Com as fotos, natu­ral­mente fiz uma con­tra­po­si­ção aos cor­pos euro­peus, valo­ri­zando a vari­e­dade bra­si­leira de cor­pos e raças. Essa sim­ples expo­si­ção de ver­dade artís­tica, ren­deu mui­tas men­sa­gens inbox, de pes­soas dese­jando que hou­vesse real­mente uma página no Facebook. E foi assim que decidi ade­rir aos pedi­dos e colo­car em prá­tica, movendo “o mundo” bra­si­leiro comigo rumo à pro­mo­ção e valo­ri­za­ção do que é nosso.

LAB: Como foi o pro­cesso de adap­ta­ção até che­gar ao Bailarina Projétil?

Logo quando decidi ade­rir aos pedi­dos e criar a página, come­cei a man­dar men­sa­gens inbox para bai­la­ri­nas pro­fis­si­o­nais que conhe­cia, movi­men­tando a pro­posta com fotos ama­do­ras, mesmo. Muitas topa­ram de pri­meira, e me aju­da­ram a mobi­li­zar a página com fotos de celu­lar, de câmera comum. Com isso, fomos pro­pa­gando, pas­sando de um em um, até ser sur­pre­en­dida com fotos de garo­tas do Rio de Janeiro. O pro­jeto virou um pro­jé­til, de fato, alcan­çando pes­soas e atin­gindo o alvo de trans­for­mar a visão enri­je­cida. Logo, logo, a ideia foi se expan­dindo e fotó­gra­fos fize­ram ques­tão de par­ti­ci­par. Com isso, além de con­vi­dar bai­la­ri­nas, abri­mos espaço para fotó­gra­fos que ade­ris­sem à pro­posta. O resul­tado deu nisso aí, olha­res e cor­pos dife­ren­tes. Coisa linda de se ver.

Jackeline Leal — Praça Cívica — Goiânia, GO

LAB: É pos­sí­vel iden­ti­fi­car que o Bailarina Projétil adqui­riu uma essên­cia pró­pria, dife­rente do Ballerina Project. Como você define esta essência?

 Repensando o Ballerina Project é que sur­giu o Bailarina Projétil. Mas, não que­ria ser igual. Nem con­se­gui­ria. Pois o que trago comigo enquanto his­tó­ria de corpo e cul­tura é com­ple­ta­mente dife­rente de Dane Shitagi, ide­a­li­za­dor da página do Ballerina. Além do quê, a ideia do Bailarina Projétil é agre­gar, alçar a voz no olhar de vários fotó­gra­fos em vari­a­dos cor­pos e ambi­en­tes, que não sou eu quem deter­mino, inclu­sive con­ta­mos tam­bém com a ajuda de mora­do­res e pes­soas que não tem liga­ção alguma com a arte para indi­car esses locais que dizem sobre nós.  A par­tir disso, o pro­jeto se torna de todos, e não de uma única pes­soa. O Bailarina Projétil só fun­ci­ona por­que existe uma comu­ni­dade de cola­bo­ra­ção, se unindo e con­tando a his­tó­ria de cada um. Essa é a grande essên­cia e o motor do projeto.

Lara Louise Medrado — Ponta de Humaitá — Salvador, BA

LAB: Nota-se que o Bailarina Projétil vem pas­sando por um pro­cesso de expan­são, abran­gendo fotos de outros esta­dos como Goiás, São Paulo e Alagoas. O que tem sido feito para essa expan­são? Atingir bai­la­ri­nas de outros esta­dos para par­ti­ci­pa­rem do pro­jeto já fazia parte dos planos?

 Nada pro­gra­mado. As pes­soas se mobi­li­za­ram. Goiás foi um caso a parte, por­que eu morei lá por um ano, o inte­res­sante é que o Bailarina Projétil já era conhe­cido lá, então não foi difí­cil pro­mo­ver #ação­pro­jé­til. Fiquei muito feliz. Atingir outros esta­dos já fazia parte dos pla­nos, a ideia é jus­ta­mente essa, por não ser um pro­jeto pra uma loca­li­dade só. Porque Brasil não é só um lugar, são todos os luga­res do país. Pra dei­xar a marca do nosso corpo e his­tó­ria, pre­ci­sa­mos dessa expan­são. Hoje temos uma repre­sen­tante do pro­jeto em São Paulo, Deise Gabrielle. Aqui em Salvador conto com a ajuda de Melissa Figueiredo e Candai Calmon. Pretendemos levan­tar um repre­sen­tante por estado.

Lara Pithon — Ribeira — Salvador, BA

LAB: Qual a sua rela­ção com o balé clás­sico? O que o balé sig­ni­fica para você?

 Sou bai­la­rina pro­fis­si­o­nal, for­mada pelo método da Royal Academy. O balé clás­sico pra mim é usado como fer­ra­menta. Uma téc­nica fun­da­men­tal para inser­ção no mer­cado da mai­o­ria das cias brasileiras.

Maria Mariana — Santos, SP

LAB: De forma geral, como tem sido o retorno do público perante o projeto?

 Muito posi­tivo e cola­bo­ra­tivo! Todos, como uma cor­rente, apoiam o pro­jeto. É lindo ver as men­sa­gens inbox para­be­ni­zando a ini­ci­a­tiva, as pes­soas se mobi­li­zando para tirar fotos exclu­si­va­mente para a pro­posta da página, todos per­gun­tando de que forma par­ti­ci­par do pro­jeto. Até os homens pedem pra ter um pro­jeto pra eles ou que abra­mos exce­ções para fotos deles, rs. É muito gra­ti­fi­cante ver a iden­ti­fi­ca­ção do público. Mais lindo ainda é ver um público que não tem cos­tume de ir ao tea­tro, ou que não tenha liga­ção alguma com a arte, com­par­ti­lhar e cur­tir nosso tra­ba­lho. É um resul­tado de inser­ção que tanto nós, artis­tas, queríamos.

Safira Sacramento — Praça Municipal — Salvador, BA

LAB: Como as bai­la­ri­nas que não fazem parte da equipe do Bailarina Projétil podem con­tri­buir com o mesmo?

O Bailarina Projétil não tem uma equipe fixa, nós sele­ci­o­na­mos as bai­la­ri­nas para as fotos ori­gi­nais da página a par­tir do per­fil téc­nico cor­pó­reo maduro da bai­la­rina. Bailarinas de todo o Brasil podem enviar fotos para ava­li­ar­mos. Agora, todas podem par­ti­ci­par, pra isso temos o espaço do #sex­ta­fei­ra­ca­seira. É só tirar fotos por aí, pro­mo­vendo #ação­pro­jé­til, e nos enviar por inbox; estas pas­sa­rão por ava­li­a­ção e, cabendo nos cri­té­rios da página, serão pos­ta­das. Quais cri­té­rios? A foto tem que ser num ambi­ente aberto; e mais do que pose, pre­cisa haver uma liga­ção com o ambi­ente. A ideia é movi­men­tar todos a mos­trar a sua cara no mundo clás­sico e con­tar nossa his­tó­ria de brasilidade.

Taís Alves — Mahi Mahi — Salvador, BA (a idealizadora!)

O Bailarina Projétil está dis­po­ní­vel em diver­sas redes socias — Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr — e conta com todas nós, bai­la­ri­nas de corpo e alma, para movi­men­tar ainda mais o pro­jeto. Tanto é que já fiz minha foto como bai­la­rina projétil!

Tainá Corongiu – Jardins do Museu da República — Rio de Janeiro, RJ

E vocês? O que estão espe­rando para incor­po­ra­rem a #BailarinaProjétilque há em vocês e tira­rem mui­tas fotos legais por aí? Escolham o cená­rio pre­fe­rido de sua cidade e venham fazer parte desse movi­mento também!

Por Tainá Corongiu – publicitária, baiana, ex-bailarina e eterna apaixonada pela dança.


As curvas do balé no concreto das ruas.

O balé clás­sico: deli­cado, suave, leve e sinu­oso. A cidade: rígida, cinza, pesada e cheia de retas. O que o balé e a cidade têm em comum? Aparentemente, nada.

Entretanto, a união entre o balé clás­sico e as cida­des pro­duz belas ima­gens com alto nível esté­tico, que atrai olha­res e encanta pes­soas por todo o mundo. Através desta per­cep­ção, três fotó­gra­fos dis­tin­tos dia­lo­gam por meio de seus port­fó­lios, ricos em belas foto­gra­fias de bai­la­ri­nas exer­cendo a dança clás­sica em cená­rios cos­mo­po­li­tas. São eles VihaoPham, Little Shao e DaneShitagi.

Vihao Pham 2

VihaoPham, fotó­grafo de 32 anos, natu­ra­li­zado em Virginia (EUA) , desde o começo de sua car­reira foto­grafa bai­la­ri­nas. Se espe­ci­a­li­zou em foto­gra­fias de balé clás­sico e deci­diu ino­var seu port­fo­lio tirando o balé das salas de aula e dos tea­tros para luga­res público, ao ar livre. Começou a foto­gra­far bai­la­ri­nas, tanto em movi­mento quanto em poses tra­di­ci­o­nais de balé, em ruas e ele­men­tos da cidade, como cabine telefô­nica e faixa de pedes­tres; luga­res tipi­ca­mente urba­nos como super­mer­ca­dos; além de jar­dins e bos­ques. O resul­tado, como era de se espe­rar, ficou lindo de ver!

Vihao Pham 1Se no cami­nho pro­fis­si­o­nal de Pham, foi o mundo do balé que o rece­beu desde o iní­cio de sua car­reira, para o fotó­grafo pari­si­ense Little Shao, a dança de rua foi a moda­li­dade que o aco­lheu em seus pri­mei­ros pas­sos. Crescido em meio a cul­tura urbana, todo seu tra­ba­lho apre­senta carac­te­rís­ti­cas da mesma. Tanto é que em seu port­fo­lio é pos­sí­vel encon­trar o ensaio Street Ballet, em que regis­tra a beleza e ele­gân­cia do balé clás­sico nas ruas de Paris, mes­clando a cul­tura clás­sica com a de rua.

Little Shao 3

É pos­sí­vel encon­trar desde fotos de bai­la­ri­nas contrapondo-se à monu­men­tal Torre Eifel, até regis­tros que enfa­ti­zam o con­traste do balé e a cul­tura urbana atra­vés de um pé cal­çado com uma sapa­ti­lha e outro com uma san­dá­lia de salto alto. Um show de fotografias!

Little Shao 4

Conterrâneo de Pham, porém com tra­ba­lho mais pró­ximo de Shao, o fotó­grafo havai­ano Dane Shitagi já fez tra­ba­lhos de moda, ensaios artís­ti­cos de pai­sa­gens e de cida­des, mas sua fama veio mesmo com o pro­jeto Ballerina Project que con­siste em nada mais, nada menos, que (adi­vi­nhem!) fotos de bai­la­ri­nas no cená­rio urbano e movi­men­tado de Nova York.

Ballerina Project 2Apesar do Ballerina ter ganhado reper­cus­são somente de 2009 para cá, devido ao uso do Facebook para divul­ga­ção, o mesmo já estava sendo feito e matu­rado 12 anos antes. Neste pro­jeto, com­pa­rado aos demais tra­ba­lhos apre­sen­ta­dos acima, vejo que as bai­la­ri­nas inte­ra­gem mais com o meio em que estão, apre­sen­tando o balé como ele­mento ine­rente ao con­texto urbano e não des­to­ante, mesmo que ainda con­tras­tante. Uma ver­da­deira fusão, bela e con­tem­po­râ­nea, da leveza da dança clás­sica com a moder­ni­dade dos pré­dios e das ruas con­cre­tas de NY. O resul­tado? Mais de 800 mil likes na fanpage!

Ballerina Project 5O balé não é só belo quando visto em movi­mento. Suas for­mas está­ti­cas encan­tam tanto quanto em velo­ci­dade. Tantas cur­vas em meio a uma selva de pedras nos mos­tra a grande beleza pre­sente no con­traste, na união dos opos­tos. Esses ensaios foto­grá­fi­cos nos com­pro­vam como várias men­sa­gens podem (co)existir em uma única foto­gra­fia e quan­tas sen­sa­ções, bem como refle­xões, podem ser pro­vo­ca­das atra­vés da mesma.

Deleitem-se com as fotos e até a próxima!

Por Tainá Corongiu – publicitária, baiana, ex-bailarina e eterna apaixonada pela dança.


O projeto Tutu

Essa é daque­las ini­ci­a­ti­vas que fazem nosso cora­ção sorrir!

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‘The Tutu Project” foi cri­ado por Bob Carey, que resol­veu ves­tir um tutu rosa e sair pelo mundo para se foto­gra­far em situ­a­ções irreverentes.

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Tudo por­que sua esposa, Linda, foi diag­nos­ti­cada com cân­cer de mama — foi a forma que ele encon­trou de tor­nar o dia a dia dela mais diver­tido e leve.

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Além de encan­tar, o pro­jeto ajuda a arre­ca­dar fun­dos para paci­en­tes com cân­cer de mama. Basta aces­sar esse link para aju­dar tam­bém. Ah, e já tem vários adep­tos da ideia de Bob se espa­lhando por aí:

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Irreverente e espe­ran­çoso, não é mesmo?

Por: Mariana – jornalista, adora escrever e acompanha tudo relacionado às artes!


Décor de balé

Inspiração para hoje:

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Ama tanto a dança que quer colocá-la mais per­ti­nho de você no dia a dia, den­tro de casa? Pois você não é a única. Separamos algu­mas ideias de deco­ra­ção para quem deseja deco­rar o can­ti­nho com ele­men­tos do balé. Olha só:

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Que tal pegar um dos ícones mais lin­dos da dança, a sapa­ti­lha, ajeitá-la den­tro de um expo­si­tor de vidro, ou sobre seus livros preferidos?

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Objetos de deco­ra­ção com dese­nhos de bai­la­rina tam­bém são uma graça, e dão ainda mais ins­pi­ra­ção para ter o balé na vida!

9ff4861dda0a90bd8cff673d5386b655Não fica lindo ele­ger a cor rosa cla­ri­nho para móveis e paredes?

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Quadrinhos com ilus­tra­ção ou fotos de bai­la­ri­nas dan­çando são um charme… e dão aquela von­tade de ir trei­nar, né?

d256fc647ccfb654c09451841bb300fdFotos: repro­du­ção

No quarto das cri­an­ças, que tal expôr figu­ri­nos, saias de tutu, etc? Será um belo estímulo!

Agora passa na nossa loja vir­tual para con­fe­rir os pro­du­ti­nhos que têm tudo a ver com essa ideia! É só cli­car aqui.

Por: Mariana –  é jornalista, adora escrever e acompanha tudo relacionado às artes!


Ballet em foto

A dica da semana é para quem ama foto­gra­fia e, prin­ci­pal­mente, enxer­gar o mundo do bal­let por outro ângulo…

O blog Tutus and Tea traz o dia a dia da bai­la­rina Shelby Elsbree, regis­trado por ela mesma em cli­ques sen­sí­veis, sim­ples e boni­tos. Apaixonada por dança, via­gens e culi­ná­ria, Shelby pas­sou a foto­gra­far por pra­zer e ape­sar do port­fo­lio já cheio de per­so­na­li­dade e do olhar apu­rado, ainda se con­si­dera uma aprendiz.

O blog é em inglês, mas vale a visita mesmo se você não domina a lín­gua, afi­nal, as ima­gens real­mente valem mais do que mil palavras.

Para conhe­cer mais sobre o tra­ba­lho foto­grá­fico de Shelby, só cli­car aqui.


Ballet boards

Se você é ligada nas novi­da­des da web e adora pas­sar tempo nas redes soci­ais, já deve conhe­cer o Pinterest, uma nova rede vol­tada para… bem, mulher­zi­nhas!

O Pinterest fun­ci­ona assim: Lá, você pode sepa­rar em boards (ou ‘murais’) todas as suas ins­pi­ra­ções. A rede é repleta de ima­gens lin­das, que são com­par­ti­lha­das atra­vés dos per­fis dos usuá­rios (me segue lá!) Você pode tanto seguir o per­fil com­pleto de uma pes­soa, quanto ape­nas um dos murais dela. Os murais são sepa­ra­dos por nomes como “Food”, “Fashion”, Girlie”, “Vintage”… e é claro que a dança não ficou de fora.

Há boards incrí­veis de bal­let, com ima­gens lin­das para guar­dar! Basta pro­cu­rar a pala­vra “bal­let” na busca e se des­lum­brar. Dentro do meu per­fil eu man­te­nho o “Ballet Love”. Um dos per­fis mais ati­vos é o DanceClassFinder.com, que tem vários boards com um monte de fotos baca­nas, inclu­sive capas vin­tage da Dance Magazine. Vale o clique.

O Pinterest é bem intui­tivo e rapi­di­nho você pega o jeito. Agora, é só se inspirar! 😉