Tipos de Tutu

Hoje vamos falar do famoso TUTU, parte do vestuário do ballet.
Vamos conferir?

10171824_10202061214588648_889550910_n

Um tutu (pronuncia-se “titi” ou tutu) é uma parte do vestuário do ballet, são roupas usadas pelas bailarinas. Quando apareceu, em 1820, não foi referenciado como um tutu. Esse nome foi dado a partir de 1881.

O Tutu é composto por:

Corpete: O cor­pete é uma peça sepa­rada do traje ane­xado na cin­tura alta ou no qua­dril, às vezes isso é colo­cado ape­nas com abas elás­ti­cas para per­mi­tir o movimento.

Saia: As saias determinam a forma do tutu e geral­mente defi­nem o estilo: român­tico, clás­sico ou sino. As saias são nor­mal­mente fei­tas de tule, organza ou voile.

História

Em 1832 Marie Taglioni imortalizou esse tipo de roupa: tratava-se de um corpete apertado e uma saia de várias camadas, que se alonga quase até o tornozelo, também chamado Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.
A primeira apresentação da peça “As Sílfides” esta vestimenta passou a ser a norma de excelência dos bailarinos.
Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, marcado por bailarinos em “Giselle”, “Las Bayaderas”, passou a ser utilizado como padrão.
O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobreposição de saias curtas e rígidas, em forma de pétalas ao redor do quadril do bailarino e deixando expostas as pernas, geralmente é um conjunto de saiotes brancos, embora haja uma variedade colorida e brilhante.

 

Clássico (prato ou panqueca)

Uma saia curta e rígida, feita com camadas de pano que se estende para fora do quadril, montada em um corpete. O estilo panqueca tem muitas camadas de tule e usa um arco de arame para manter as camadas planas e duras.

Resultado de imagem para tutu tumblr

 Tutu Clássico (sino)

Uma saia curta e rígida, feita com camadas de pano com uma ligeira forma de sino montada num corpete. Ele se estende para o exterior a partir dos quadris e não usa o arame. Geralmente, é mais usado do que o tutu clássico panqueca.

ballet1

Tutu Romântico

Um tutu formato sino de ¾ de comprimento em forma de saia de tule  montado num corpete e, por vezes, usam mangas, disse ter sido inventado, ou pelo menos popularizado, por Marie Taglioni. O tutu romântico salienta a leveza e a qualidade etérea dos ballets românticos, como Giselle ou Les Sylphides. A saia cai entre o joelho e o tornozelo.

Resultado de imagem para tutu romantico tumblr

Tutu Balanchine / Karinska

Essa forma de tutu é similar aos estilos sino e tutu panqueca, exceto que não são utilizados aros e há menos camadas de pano. A saia é levemente pregada para dar uma aparência mais suave, mais cheia.Este estilo foi concebido originalmente para a versão do balé da Sinfônica de Georges Bizet.

tutu_balanchine

Fotos propostas pelo blog I Love Ana Botafogo.

 

Salvar


Uso de Polainas

Hoje vamos falar de um acessório na dança que tem vários benefícios e são muito fofas: As Polainas!❤

Com criatividade, as peças de lã fazem do inverno das mulheres muito mais charmoso – e mais quentinho, claro. Tanto na dança como até mesmo em um look para sair.

 

Mas como elas surgiram?

Foi no meio da extravagância da moda dos anos 1980 que as polainas tiveram o seu espaço. Discretas, eram peças indispensáveis, principalmente no vestuário das meninas que praticavam dança.

De acordo com o livro Fashion, Costume, and Culture: Clothing, Headwear, Body Decorations, and Footwear Through the Ages, as polainas tinham a função de aquecer os músculos das dançarinas e mantê-los flexíveis para os movimentos.

Mas foi com a Alex Owens, a protagonista do filme Flashdance, que as polainas encontraram o seu maior ícone pop. Clássico oitentista, o filme popularizou o jazz como expressão de dança e o acessório que servia muito mais para compor o visual do que para aquecer.

flashdance-filmes-ganha-espetaculo-brodway-2012-1

Nos anos 1990, as peças ficaram escondidinhas e perderam terreno no perímetro urbano. Mas nos anos 2000 elas voltam com tudo com as mulheres que aproveitam as idas e vindas da academia para colocá-las novamente na rua.

E para que elas servem?

A finalidade das polainas em dança é aquecer as partes inferiores das pernas e os tornozelos, ajudando a evitar lesões, como o calor fornecido pelo material. Elas não são usadas apenas nas aulas de ballet clássico, mas em outros estilos de aula de dança. São feitas de lã, e existem muitas cores e modelos. Há os modelos que vão até o calcanhar, podendo ser usados por cima das sapatilhas de ballet, e há aqueles que não têm espaço para o calcanhar, e são usados somente até os tornozelos.

 

polaina_com_abertura

 

Bom meus amores por hoje é isso.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos e até a próxima.❤


Papo de Bailarinos – Piercing, pode?

Esses dias a @heycaroldias perguntou no Instagram do Mundo Bailarinístico: “Bailarina pode usar piercing?” e a pergunta dela virou post!!! Mande também sua pergunta para eu responder por aqui 😉 Por enquanto vamos ficando com a resposta dela:
Em relação aos piercings, acredito que entrem na categoria acessórios, junto com os brincos, os anéis, os colares. É sabido que não é aconselhável que usemos jóias ou bijuterias na sala de aula, porque a pode machucar.

Pode acontecer de rasgar a orelha no caso de brinco de argolas ou compridos, se cortar ou se arranhar com pulseiras, anéis ou colares. Pode ainda tirar a atenção pelo barulho do balançar de pulseiras e, além disso, cortar as linhas de braços e pescoço.

Por esses motivos a sugestão é que usamos apenas brincos pequenos, colados às orelhas. Isso deve se aplicar também ao piercing, se pode machucar, melhor tirar. Se for pequeno, num lugar que não atrapalhe pode fazer aula com ele.

É importante respeitar às normas da escola que estuda. Se o professor disser para não usar nas aulas, deve tirá-los, independente de opiniões.

Ou seja, bailarinos e bailarinas podem sim ter os piercings, mas nem sempre irão usá-los enquanto fazem aulas.

Em casos de apresentações o ideal é tirar ou esconder de alguma forma, principalmente se for dançar algo mais clássico, como um repertório, por exemplo.

Resumindo: Pode ter, mas tem que saber usar.

Beijos


Dicas para não danificar o cabelo com o coque

Coque todo dia = queda por tração!
Olá! Hoje falarei de um probleminha que estou com meu cabelo que é a queda por tração (essas entradas do lado da cabeça, que dá para ver na foto ao lado – sim! essa sou eu). No meu caso a queda aconteceu por conta de já ter passado 25 anos da minha vida fazendo coque, quase todos os dias. Eu não sei vocês, mas eu tenho mania de fazer meu coque bem preso, sem nenhum fio pra fora, acostumei porque senão levava bronca.
De modo geral cabelos marcados e quebrados são características dos fios de pessoas que vivem de cabelo preso. Já que precisamos prender enquanto estamos em aulas, o ideal  é prender o mínimo possível quando estamos fora dela, ou fazer um coque menos preso, pois com o passar do tempo a tração constante dos fios pode inclusive causar queda excessiva.

❤  O que é queda por tração?
Trata-se da queda localizada dos fios, devido a uma forte pressão sofrida sobre essa determinada área do couro cabeludo, seja de forma gradual e contínua, ou por um momento de grande intensidade de força. Pode acontecer quando usamos muito o cabelo preso.

Evite puxar muito o cabelo ao prender!

Sempre que possível evite prender, pois mesmo prendendo sem puxar tanto, sempre há o peso do cabelo a ser segurado.

Quando precisar prender, procure prendedores que não agridem tanto o cabelo.

Se sua queda for muito intensa, procure um médico ou um cabeleireiro! Não é para achar “ah! cai porque eu prendo muito” e pronto, porque podem ser outros motivos…

Referência: Blog vaisdosinha


Maquiagem para espetáculos de final de ano

Sabemos que essa época de final de ano é incrível para quem faz aulas ou é professor de dança: os espetáculos de final de ano nos contagiam e aumentam ainda mais nosso árduo trabalho. Por isso, reunimos aqui algumas dicas importantes e interessantes para quem quer a make perfeita!

Pele

A pele é a tela da maquiagem e tem de estar pronta para receber a quantidade de produtos que serão aplicados. Para começar lave o rosto e passe um demaquilante mesmo que esteja sem maquiagem, pois ele serve para tirar impurezas e preparar os poros. Lembre-se sempre de considerar como é sua pele: se for oleosa evite produtos com óleo, se for seca prefira os mais hidratantes. Com a pele limpa aplique um primer que ajudará a segurar a maquiagem por mais tempo.

A base deve ser aplicada primeiro na maioria dos casos, só depois aplicamos o corretivo onde necessário. Lembre-se de deixar a área dos olhos bem iluminada. Aplique um pó para finalizar.

E não se esqueça do pescoço!

Olhos

O segredo para o olhar perfeito começa na sobrancelha! Não esqueça de marcá-la com sombra sem brilho ou produto específico para a área, principalmente se o palco ficar longe da plateia. Feito isso, aplique uma camada de sombra clara em toda a pálpebra e marque o côncavo com uma sombra escura – marrom ficará mais natural, enquanto preto dará um ar mais dramático. Lembre-se de nunca escurecer o canto interno dos olhos: eles ficaram menores para quem vê de longe! Capriche no delineador, uma dica é colocar fita adesiva no canto externo dos olhos para não errar o traço. Se borrar, sem pânico – use uma haste flexível com um pouquinho de demaquilante.

Cílios

Aplicar cílios postiços não é um bicho de sete cabeças, mas requer prática. Não deixe para fazer sua primeira tentativa no dia do espetáculo, treine em casa. Corte os cílios do tamanho correto para se adequar a sua pálpebra e passe a cola. Nada de aplicar imediatamente – aguarde uns 30 segundos para a cola ficar bem pegajosa e aplique com cuidado, o mais perto da raiz natural possível – e aí dá-lhe máscara de cílios! Se achar muito difícil aplicar os cílios em toda a pálpebra, corte no meio e aplique na parte externa, o efeito é bem bonito. Outra coisa que muda completamente a maquiagem são cílios INFERIORES: sim, eles fazem milagre e deixam você com cara de boneca (uma ótima dica para as Coppélias deste ano!).

Bochechas

Leve em consideração mais uma vez a distância entre a plateia e o palco. Se for longe, vale dar uma pesada no blush sim, mas se for perto nada de exageros! Para quem quer usar um pó mais escuro para fazer contornos, faça em baixo da linha do blush, no nariz e no maxilar. O efeito é de diminuição. Caso queira aumentar, clareie as partes com uma base um tom mais claro que sua pele.

Lábios

A dica é nunca esquecer do delineador de lábios! Ele faz milagres, principalmente em manter o batom na boca por mais tempo. Um segredo é esquentar o delineador um pouquinho, contornar a boca e pinta-la toda como se fosse um batom. Depois, aplique o batom escolhido. Cuidado com cortes fortes, pois uma cor de vinho pode facilmente parecer preto no palco. Prefira tons mais abertos se quiser passar a impressão mais angelical. Para durar ainda mais, passe um pouco de pó translúcido por cima. Gloss não é uma boa ideia no palco, pois quando a luz bate ele reflete e dá um efeito desconfortável à plateia: a não ser que seja essa a intenção da coreô, evite.

Para finalizar, vale lembrar que MENOS É SEMPRE MAIS, até nas maquiagens de dança. Não estou dizendo para nos maquiarmos de menos, mais sim para usar menos produtos de melhor qualidade. Quanto menos produtos mais tempo a maquiagem permanece na pele.

E você, tem seu segredinho de make? Conte para nós nos comentários!


Sapatilhas para eles

A moda vira e mexe se ins­pira no balé para criar.

E pode­mos dizer que foi esse o caso do esti­lista belga Dries Van Noten na última semana de moda Masculina, des­fi­lada no fim de junho em Paris.

Inspirado em nomes como Nureyev, Baryshnikov e Nijinsky, o desig­ner criou um sapato para os homens com uma fita presa nos pés, deta­lhe que remete às sapa­ti­lhas de balé. Sobre a esco­lha, Dries falou: “Eu tive o sufi­ci­ente de rock e uma ati­tude cool. Era hora de algo com­ple­ta­mente dife­rente. Eu que­ria um homem sensual.”

Para isso, o esti­lista fez uma extensa pes­quisa pelos tra­jes típi­cos de balé, estu­dou a ana­to­mia dos cor­pos em movi­mento. Assim, além do sapato, a ins­pi­ra­ção ren­deu jaque­tas bor­da­das, shorts e cal­ças fluidos.

A tri­lha sonora esco­lhida foi feita pelos com­po­si­to­res bel­gas Thierry De Mey e Peter Vermeersch para peça Rosas Danst Rosas, da coreó­grafa belga Anne Teresa de Keersmaeker.

Bonito de ser ver!

 

(Por Mariana – jornalista, adora escrever e acompanha tudo relacionado às artes!)


Tudo que você queria saber sobre tutus!

Uma bai­la­rina por si só já é apai­xo­nante, mas pre­ci­sa­mos admi­tir que uma bai­la­rina com tutu fica ainda mais encantadora!

Quem faz bal­let (e até mesmo quem não faz) e nunca sonhou em ves­tir um lindo tutu? Essa peça fun­da­men­tal para o ves­tuá­rio é repre­sen­ta­ção de bai­la­ri­nas no mundo todo.

01

História
Em 1832 Marie Taglioni imor­ta­li­zou esse tipo de roupa: tratava-se de um cor­pete aper­tado e uma saia de várias cama­das, que se alonga quase até o tor­no­zelo, tam­bém cha­mado Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.
Na pri­meira apre­sen­ta­ção da peça “As Sílfides” esta ves­ti­menta pas­sou a ser a norma de exce­lên­cia dos bai­la­ri­nos. Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, mar­cado por bai­la­ri­nos em “Giselle”, “Las Bayaderas”, pas­sou a ser uti­li­zado como padrão.
O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobre­po­si­ção de saias cur­tas e rígi­das, em forma de péta­las ao redor do qua­dril do bai­la­rino e dei­xando expos­tas as per­nas, geral­mente é um con­junto de sai­o­tes bran­cos, embora haja uma vari­e­dade colo­rida e bri­lhante. Esse nome foi dado a par­tir de 1881.

02 Marie-taglioni

Como pro­nun­ciar

Tutu é mais uma pala­vra fran­cesa que faz parte do voca­bu­lá­rio dos bai­la­ri­nos (pronuncia-se “titi” ou “too-too”

Por que esse nome?
A pala­vra “tutu” tem suas ori­gens na pla­teia do teatro. Aqueles que com­pra­vam bilhe­tes mais bara­tos sentavam-se em uma seção loca­li­zada na parte infe­rior do teatro. Esta área deu os fre­gue­ses sen­ta­dos ali uma visão dife­rente do que o resto do público, eles pode­riam ver mui­tas vezes sob as saias das bailarinas. Isso levou a muita con­versa e, even­tu­al­mente, a gíria fran­cesa para esta parte da bai­la­rina se tor­nou “tutu”.

Composição
Corpete: O cor­pete é uma peça sepa­rada do traje ane­xado na cin­tura alta ou no qua­dril, às vezes isso é colo­cado ape­nas com abas elás­ti­cas para per­mi­tir o movimento.

A saia: saias tutu deter­mi­nar a forma do tutu e geral­mente defi­nem o estilo: român­tico, clás­sico ou sino. As saias são nor­mal­mente fei­tas de tule, organza ou voile.

Afinal, por que usa­mos tutu pra dan­çar ballet?

A saia curta, estru­tu­rada e leve conhe­cida como tutu é sinô­nimo do bal­let e foi asso­ci­ada a essa forma única de dança por mais de um século. De reci­tais de bal­let de cri­an­ças até com­pa­nhias de dança inter­na­ci­o­nal­mente reco­nhe­ci­das, as bai­la­ri­nas usam tutus como uma maneira este­ti­ca­mente agra­dá­vel de res­sal­tar sua graça, beleza e feminilidade.

Antes do tutu

No iní­cio do bal­let, a dança era um pas­sa­tempo social em que os dan­ça­ri­nos usa­vam suas pró­prias rou­pas. Após o fran­cês Luis XIV esta­be­le­cer a Academie Nationale de Musique et de Danse, em 1661, as téc­ni­cas de bal­let cres­ce­ram em com­ple­xi­dade, exi­gindo rou­pas espe­ci­a­li­za­das. Para não reve­lar muito durante os movi­men­tos que fazem a saia rodar, cama­das de pre­cau­ção eram usa­das. No final do século XVII, a popu­la­ri­dade con­ti­nu­ada do bal­let como forma de dança levou a mudan­ças nas rou­pas usa­das. Saias mais cur­tas e a inven­ção de tra­jes jus­tos de malha per­mi­ti­ram que os dan­ça­ri­nos tives­sem mais liber­dade de movimentos.

Introduzindo o tutu

É atri­buído à bai­la­rina fran­cesa Marie Taglioni o design do tutu, usado pela pri­meira vez no palco na Opera naci­o­nal de Paris em uma per­for­mance de 1832 de “La Sylphide”. Taglioni dese­nhou o tutu como maneira de mos­trar o tra­ba­lho ela­bo­rado dos pés na dança, que eram escon­di­dos por uma saia longa. De acordo com a lenda apó­crifa, o tutu rece­beu seu nome de ple­beus que olha­vam o bal­let sen­ta­dos do nível mais baixo do tea­tro e cos­tu­ma­vam usar a pala­vra “tutu” como uma deri­va­ção de uma gíria para o bum­bum da mulher.

A fun­ção do tutu

Com o tempo, o tutu foi encur­tado como maneira de reve­lar as per­nas e os pés da dan­ça­rina para o público. Nos anos 1880, a bai­la­rina ita­li­ana Virginia Zucci foi a pri­meira a usar um tutu mais curto e macio que aca­bava perto dos joe­lhos. Depois, como agora, o pro­pó­sito do tutu se tor­nou esté­tico, para apre­sen­tar a ilu­são de que a dan­ça­rina estava flu­tu­ando em uma nuvem, per­mi­tindo que a pla­téia veja com­ple­ta­mente os movi­men­tos de per­nas e pés da dançarina.

Os tipos de tutu

Tutu clás­sico (prato, ban­deja ou panqueca)

Uma saia curta e rígida, feita com cama­das de pano que se estende para fora do qua­dril, mon­tada em um cor­pete. O estilo pan­queca tem mui­tas cama­das de tule e usa um arco de arame para man­ter as cama­das pla­nas e duras.

Tutu Clássico (sino)

Uma saia curta e rígida, feita com cama­das de pano com uma ligeira forma de sino mon­tada num cor­pete. Ele se estende para o exte­rior a par­tir dos qua­dris e não usa o arame. Geralmente, é mais usado do que o tutu clás­sico panqueca.

05 tutu sino

Tutu Romântico

Um tutu for­mato sino de ¾ de com­pri­mento em forma de saia de tule  mon­tado num cor­pete e, por vezes, usam man­gas, disse ter sido inven­tado, ou pelo menos popu­la­ri­zado, por Marie Taglioni. O tutu român­tico sali­enta a leveza e a qua­li­dade eté­rea dos bal­lets român­ti­cos, como Giselle ou Les Sylphides. A saia cai entre o joe­lho e o tornozelo.

06 tutu romântico

Tutu Balanchine

Essa forma de tutu é simi­lar aos esti­los sino e tutu pan­queca, exceto que não são uti­li­za­dos aros e há menos cama­das de pano. A saia é leve­mente pre­gada para dar uma apa­rên­cia mais suave, mais cheia. Este estilo foi con­ce­bido ori­gi­nal­mente para a ver­são do balé da Sinfônica de Georges Bizet.

07 balanchine

Tutu de ensaio

Normalmente é só a saia do tutu, sem bor­da­dos ou aca­ba­mento, a mai­o­ria das vezes branca ou preta, só no tule, usa­dos para ensaiar com o ves­tido sem pre­ci­sar usar o figu­rino nes­ses ensaios e não cor­rer o risco de acon­te­cer algum impre­visto com sua roupa. Muito uti­li­za­dos em exa­mes e em ensaios para pas de deux, onde se tor­nam indis­pen­sá­veis. Se você vai dan­çar de tutu, é inte­res­sante que acostume-se com ele antes

08 ensaio

Transportando seu tutu

Cuidado ao trans­por­tar seu tutu, prin­ci­pal­mente se ele tiver aro. É inte­res­sante que tenha um porta-tutu, que nada mais é do que uma bolsa espe­cial que irá pro­te­ger seu ves­tido. Nunca dobre-o! O ideal é que ande sem­pre com ele aberto.

09 porta tutu

Lavando seu tutu

Em algu­mas lavan­de­rias você con­se­gue lavar seu ves­tido sem estraga-lo. Muito cui­dado, esco­lha uma lavan­de­ria de con­fi­ança, veri­fi­que a pos­si­bi­li­dade de lava­rem sem estra­gar a fan­ta­sia, prin­ci­pal­mente quando fala­mos de tutus bor­da­dos. A lavan­da­ria vai te entre­gar com um saco plás­tico, bom para você guar­dar o tutu enquanto não usa. Bom, é isso. Espero que tenham gos­tado. Cuidem bem de seus tutus!


Ballet fitness – entrando em forma com o ballet

Uma nova prá­tica nas aulas de dança tem se tor­nado sen­sa­ção em academias!

O “bal­let fit­ness” vem com a pro­posta de se adqui­rir aquele corpo mode­lado junto de todo o pra­zer que é dan­çar. Para esta maté­ria, o nosso blog entre­vis­tou Mariana Cavalcante, pro­fes­sora da moda­li­dade, após uma das suas aulas de bal­let fitness.

O bal­let fit­ness é cons­ti­tuído por exer­cí­cios na barra, vol­ta­dos à téc­nica do bal­let, dando ênfase na iso­me­tria, sus­ten­ta­ção e repe­ti­ção, pos­tura, fle­xi­bi­li­dade, assim como em exer­cí­cios no cen­tro, col­chão, utilizando-se de elás­ti­cos, exe­cu­tando aga­cha­men­tos, exer­cí­cios em qua­tro apoios, abdo­mi­nais, e tudo isso acom­pa­nhado de músi­cas “clássicas”.

Ao per­gun­tar à Mariana como tudo come­çou, ela nos disse que foi nas idas e vin­das das aulas de bal­let: suas ami­gas a viam toda arru­mada de col­lant, meia calça, coque e aquele corpo esbelto, lindo, que então come­ça­ram a se inte­res­sar por aquilo que era a sua pai­xão. Elas per­gun­ta­vam onde fazia aula, que tam­bém que­riam fazer e ver se gos­ta­vam, afi­nal, todas que­riam ter aquele físico. Mas, ela sabia que suas aulas eram muito avan­ça­das, e que aulas de bal­let adulto ini­ci­ante seriam de certa forma um pouco monó­to­nas para elas.

Ballet Fitness -033

Neste momento Mariana come­çou a pen­sar em como aju­dar as suas ami­gas. Foi aí que ela pen­sou em como pode­riam ser essas aulas de bal­let adulto de uma maneira dife­ren­ci­ada, de modo em que hou­vesse toda aquela parte téc­nica do bal­let, com a sua gra­ci­o­si­dade, mas utilizando-se de outros arti­fí­cios. Então sur­giu a ideia do bal­let fitness.

Mariana fez alguns cur­sos sobre o assunto em Nova York e come­çou a se inte­res­sar muito mais. Dentre os estú­dios que ofe­re­cem aulas sobre o tema temos: nos Estados Unidos o Ballet Fitness by Jenneé, Ballet Fitness by Blake Brody, Ballet Physique, Pure Barre, The Bar Method, Xtend Barre, Speckfitness, Ballet Body e Ballet Body Sculpture, den­tre outros, mui­tos dos quais tam­bém tra­ba­lham com os prin­cí­pios do Pilates. Ainda como ori­gem os Estados Unidos, temos o New York City Ballet Workout: são dois vídeos que demons­tram uma rotina de exer­cí­cios do New York City Ballet e que pos­suem a mesma pro­posta do Ballet Fitness.

MaryHelenBowers

foto: repro­du­ção

Inclusive, a ex– bai­la­rina do New York City Ballet, Mary Helen Bowers, quando estava longe dos seus ensaios, sentia-se neces­si­tada de se exer­ci­tar, com isso pas­sou a uti­li­zar com ela pró­pria os con­cei­tos do bal­let fit­ness. Ela é a cri­a­dora do método Ballet Beautiful, o qual uti­liza grande parte do con­ceito do bal­let fit­ness, e foi tam­bém pre­pa­ra­dora da Natalie Portman para o filme Cisne Negro em 2011.

Então, nessa von­tade de aju­dar suas ami­gas a faze­rem uma ati­vi­dade física sau­dá­vel, intensa e pra­ze­rosa, Mariana suge­riu tes­tar o método, que então obteve êxito total. A aula foi um sucesso. Com tur­mas aber­tas desde junho de 2013, hoje as aulas tem cada vez mais alu­nas que bus­cam uma vida sau­dá­vel junto de um cor­pi­nho tor­ne­ado e a leveza do ballet.

Ballet Fitness -075

Não há res­tri­ções, a faixa etá­ria atual varia de 20 a 60 anos, e as aulas de bal­let fit­ness minis­tra­das pela Mariana Cavalcante são cada vez mais comen­ta­das. Uma fala com a amiga, que fala com outra e assim por diante. E o melhor: mesmo sem nunca ter feito bal­let na vida, você pode fazer as aulas, isso não é empe­ci­lho algum. Basta colo­car a sua roupa e as sapa­ti­lhas nos pés e come­çar a dançar.

Essa união do bal­let clás­sico com a mus­cu­la­ção é uma ideia fan­tás­tica. Em um con­senso geral, pensa-se que o bal­let é com­posto somente de movi­men­tos gra­ci­o­sos, que tudo é fácil e tran­quilo de ser exe­cu­tado. Esse pen­sa­mento acaba quando você entra em uma sala de aula, ainda mais quando fala­mos da aula do bal­let fit­ness. Os pas­sos do bal­let jun­ta­mente com as suas con­tí­nuas repe­ti­ções tor­nam aque­les exer­cí­cios pon­tos de par­tida e ele­men­tos fun­da­men­tais para o cor­pi­nho torneado.

Como no bal­let os bra­ços são uti­li­za­dos, em geral, com movi­men­tos mais sua­ves, gra­ci­o­sos, nas aulas de bal­let fit­ness eles se tor­nam algo fun­da­men­tal e indis­pen­sá­vel: com a uti­li­za­ção de elás­ti­cos e o apoio na barra, os bra­ços são bas­tante tra­ba­lha­dos e dessa maneira toni­fi­ca­dos.
Segundo Mariana, ela se orgu­lha muito das suas alu­nas, pois mui­tas che­ga­ram ali sem saber fazer um “plié” e hoje o fazem de maneira cor­reta, assim como, após esses meses de tra­ba­lho, a mai­o­ria já con­se­guiu alcan­çar o obje­tivo daquele corpo mode­lado. Ela fica muito feliz com o sucesso das suas aulas, com o resul­tado que as suas alu­nas vem alcan­çando, e com toda a reper­cus­são que se tem tomado.

Mariana já foi con­vi­dada para minis­trar workshops em diver­sos esta­dos do Brasil, e, segundo ela, sendo a pri­meira a ter intro­du­zido o bal­let fit­ness no Rio de Janeiro, fica muito feliz em saber que, mesmo com meto­do­lo­gias dife­ren­tes da sua, o bal­let fit­ness já inva­diu a cidade mara­vi­lhosa, está cada vez mais inva­dindo o Brasil e espera que, como exem­plos de Nova York, Londres, Paris, o bal­let fit­ness con­ti­nue se espa­lhando pelo mundo.
Então, se você está nessa de que­rer ter um cor­pi­nho bonito, mas não quer ficar em meio aos fer­ros da aca­de­mia, e ainda mais, é amante da dança e quer obter esse resul­tado com êxito e muito pra­zer, pode pro­cu­rar as aulas de bal­let fit­ness, pois o resul­tado é garan­tido! Basta ter força de von­tade e determinação.

Caso queira conhe­cer as aulas da Mariana, elas acon­te­cem na “Dalal Achar” as segun­das e quar­tas, às 8:00h ou 9:30h e ter­ças, quin­tas e sex­tas, às 11:00h. Lembrando que as aulas pos­suem 1:15h de duração.

Se você tem ins­ta­gram, pode seguir a sua página “@itballerina” e ver todas as publicações.

Por Ingrid Simpson – é estudante de jornalismo e Licenciatura em Dança. Foi integrante da CIA. de Dança Contemporânea da UFRJ.


A conexão dança e beleza

Que dan­çar faz bem ao corpo, todo mundo sabe. Mas você sabia que dan­çar tam­bém faz bem à pele?

Atualmente, é bem reco­nhe­cida  a inter­li­ga­ção entre as emo­ções e o seu impacto na saúde do corpo e, ainda, no pro­cesso do envelhecimento.

Estudos cien­tí­fi­cos, inclu­sive,  já com­pro­va­ram que o stress pode cau­sar rugas, acne, queda de cabe­los, ole­o­si­dade no couro cabe­ludo, unhas que­bra­di­ças e ace­le­rar o enve­lhe­ci­mento em 3 a 6 anos, den­tre várias outras con­sequên­cias inde­se­ja­das pelo dese­qui­lí­brio hor­mo­nal pro­vo­cado por este estado crô­nico de “alerta”.

A boa notí­cia é que a dança é uma grande ali­ada para rever­ter esta situação. Sim, meus caros: Dançar reju­ve­nesce!

A ati­vi­dade física é um dos mai­o­res res­pon­sá­veis pela libe­ra­ção no san­gue da endor­fina, o hormô­nio da beleza e da feli­ci­dade, e é ele o grande regu­la­dor do stress.

Considerada um anal­gé­sico natu­ral, a endor­fina é pro­du­zida durante e após a ati­vi­dade física e, ainda, apre­senta a fun­ção de con­tro­lar a ansi­e­dade e pro­mo­ver o bem-estar.

Consequentemente, estes efei­tos se esten­dem para a pele, os cabe­los e as unhas.

Este hormô­nio da beleza libe­rado pela dança tam­bém é capaz de dimi­nuir a degra­da­ção das fibras de colá­geno e elas­tina (que for­mam a rede que sus­tenta a pele) e neu­tra­li­zar os radi­cais livres — os mai­o­res vilões no pro­cesso do enve­lhe­ci­mento — cola­bo­rando para o aumento da lon­ge­vi­dade das nos­sas célu­las, para uma pele viçosa e mais firme, para o bulbo capi­lar for­ti­fi­cado e reno­vado e unhas mais fortes.

É ine­vi­tá­vel enfa­ti­zar que a ali­men­ta­ção e um estilo de vida mais sau­dá­vel, quase sem­pre pre­sente nos pra­ti­can­tes de ati­vi­dade física e da dança, tam­bém cola­bo­ram para este pro­cesso de mini­mi­zar os efei­tos do stress e suas con­sequên­cias no nosso corpo.

Portanto, além dos cui­da­dos anti-idade espe­cí­fi­cos com a pele como a uti­li­za­ção de um bom hidra­tante anti­o­xi­dante e um bom fil­tro solar, dan­çar entra como um grande “cos­mé­tico” nesta busca pela beleza, juven­tude e bem-estar.

Um ali­ado com­pleto e con­ta­gi­ante para corpo, alma e pele!

Por: Fernanda Aguirre Bottura é dermatologista, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Grupo Brasileiro do Melanoma e Preceptora do ambulatorio de Dermatologia da UFMT, Mato Grosso.


O excesso de suor nos pés, você e a dança

Não muito inco­mum, o excesso de suor nos pés (ou hipe­ri­drose plan­tar) é uma pato­lo­gia com­plexa cujos sin­to­mas ultra­pas­sam a esfera estética.

Incontrolável, insu­por­tá­vel, ina­cei­tá­vel…  não há nada pior do que andar ou dan­çar e sen­tir os pés  “des­li­zando” em um com­passo  con­trá­rio a sua vontade.

Para pio­rar, esta con­di­ção não rara­mente vem acom­pa­nhada de infec­ção por fun­gos nas unhas ou pés  e mau cheiro intenso nesta região deno­mi­nada bro­mi­drose , decor­rente  do excesso de calor e umi­dade retido e man­tido ao longo do dia.

A causa do excesso de suor é neu­ro­ló­gica. Os peque­nos file­tes ner­vo­sos res­pon­sá­veis pela con­tra­ção da glân­dula sudo­rí­para (aquela que pro­duz o suor) está supe­ra­ti­vado nes­tes paci­en­tes, fazendo com que uma quan­ti­dade maior de suor seja pro­du­zida e eli­mi­nada atra­vés da pele de maneira nada gen­til. Pode aco­me­ter axi­las, mãos e pés, mais comumente.

Diante disso, fica fácil enten­der que o tra­ta­mento mais “defi­ni­tivo “ é rea­li­zado pelo neu­ro­lo­gista, atra­vés de um pro­ce­di­mento de corte deste pequeno nervo ter­mi­nal, impe­dindo a super esti­mu­la­ção da glân­dula sebá­cea, em uma cirur­gia conhe­cida como simpatectomia .

Dentre as outras opções tera­pêu­ti­cas  dis­po­ní­veis de maneira mais pro­vi­só­ria, encontra-se a apli­ca­ção de toxina botu­lí­nica e o uso de subs­tân­cias tópi­cas em cre­mes ou sprays anti­trans­pi­ran­tes, com resul­ta­dos satisfatórios.

Atualmente, os tal­cos em creme com ação anti– trans­pi­rante e anti-fúngica são gran­des ali­a­dos para com­ba­ter dia­ri­a­mente o temido suor de uma maneira prá­tica, não inva­siva e con­for­tá­vel por conta de sua seca­gem mais rápida e toque ultra seco.

Ainda, vale a pena res­sal­tar que aspec­tos emo­ci­o­nais como ansi­e­dade e estresse  exces­si­vos influ­en­ciam  muito na evo­lu­ção e no con­trole desta desa­gra­dá­vel condição.

Por: Fernanda Aguirre Bottura é dermatologista, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Grupo Brasileiro do Melanoma e Preceptora do ambulatorio de Dermatologia da UFMT, Mato Grosso.


Espetáculo a vista? É hora de preparar a pele!

Este pre­paro inclui uma rotina de cui­da­dos diá­rios com um sabo­nete, um hidra­tante anti-oxidante  e um fil­tro solar espe­cí­fico para  o seu tipo de pele, mas tam­bém um cui­dado espe­cial um dia ou na semana ante­rior do tão sonhado dia.

O cui­dado “vip” com a pele na vés­pera do espe­tá­culo obje­tiva uma lim­peza mais pro­funda dos poros e uma hidra­ta­ção extra da cútis garan­tindo uma pele mais viçosa, mais des­can­sada e com uma maior tole­ra­bi­li­dade  e fixa­ção da maquiagem.

Uma boa dica caseira do tempo da vovó, mas super atual, é mas­sa­gear  na face  e pes­coço uma mis­tura de 1 colher de sopa de açú­car cris­tal , mel e iogurte natu­ral, em  sua­ves movi­men­tos cir­cu­la­res  e dei­xar agir  durante 10 minu­tos, reti­rando com água fria e fina­li­zando com sua­ves sprays de água thermal gelada na face… Imbatível!

Esta mis­tu­ri­nha pode­rosa garante a desobs­tru­ção dos poros, a remo­ção das célu­las mor­tas, a hidra­ta­ção e o des­con­ges­ti­o­na­mento da pele de uma maneira mais efi­ci­ente para que ela possa “sobre­vi­ver”  à maqui­a­gem sem gran­des danos e con­tri­buir para que você bri­lhe mais e mais no seu grande dia!

Por: Fernanda Aguirre Bottura é dermatologista, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Grupo Brasileiro do Melanoma e Preceptora do ambulatorio de Dermatologia da UFMT, Mato Grosso.


Maquiando a sapatilha

Taí uma dica bacana para bai­la­ri­nas e pro­fes­so­ras que gos­tam de capri­char nos figu­ri­nos: pin­tar a sapatilha!

Foto: Carol Lancelloti

A pri­meira vez que escu­tei a expres­são “maquiar a sapa­ti­lha” foi logo no meu pri­meiro ano de bal­let. Observei que as meni­nas do avan­çado pin­ta­vam as pon­tas que mais usa­vam nos ensaios para usa-las tam­bém nos pal­cos, fosse da cor ori­gi­nal, ou em outras diver­sas, como verde ou azul.

Afinal, sapa­ti­lha “velha” é outra coisa, não é? Aquela que já conhe­ce­mos, que se adapta per­fei­ta­mente ao nosso pé e que não pre­cisa ser amolecida.

Em uma das minhas apre­sen­ta­ções eu dan­cei ves­tida de pás­saro azul, e minha pro­fes­sora teve a ideia de pin­tar­mos nos­sas sapa­ti­lhas para que a fan­ta­sia ficasse toda num tom só. A melhor tinta pra pin­tar a sapa­ti­lha é a tinta para tecido, que é facil­mente encon­trada em pape­la­rias e pos­sui milha­res de vari­a­ções de cores.

Para com­ple­tar, só pro­cu­rar fitas de cetim do mesmo tom esco­lhido em algum arma­ri­nho pró­ximo. Viu? Não dá tra­ba­lho ter um par de sapa­ti­lhas colo­rido, ainda que seja só pra repa­gi­nar aquela sua velha e deco­rar o seu quarto.

Mas se você qui­ser um par novi­nho de sapa­ti­lhas colo­ri­das, fei­tas no pró­prio mate­rial ori­gi­nal, tam­bém tem como enco­men­dar na Loja! #fica­a­dica


Vamos falar sobre balas de colágeno?

O colá­geno per­tence ao grupo de pro­teí­nas mais abun­dante em nosso corpo, sendo que sua prin­ci­pal fun­ção é impe­dir a defor­ma­ção dos teci­dos, dando sus­ten­ta­ção às célu­las e as man­tendo uni­das. Ele pode ser encon­trado na pele, den­tes, ossos, unhas, cabelo, vasos san­guí­neos, arti­cu­la­ções e músculo.

É sabido que a par­tir dos 30 anos, o corpo passa a sofrer com uma queda dessa pro­teína, o que pode ser obser­vado atra­vés da perda de elas­ti­ci­dade da pele, alte­ra­ções nas unhas e cabe­los e reno­va­ção celu­lar um pouco pre­ju­di­cada. Com esse qua­dro, mui­tas mulhe­res aca­bam pro­cu­rando aumento de colá­geno com mui­tos pro­du­tos que estão no mer­cado, entre eles, as balas de colá­geno, não é mesmo?

No entanto, é impor­tante lem­brar que este é um pro­cesso natu­ral das fases da vida (tem coisa melhor do que ser feliz em todas elas?) e que pro­du­tos que demons­tram uma grande rever­são, devem ser enca­ra­dos com olhos crí­ti­cos. Além disso, não exis­tem estu­dos cien­tí­fi­cos que com­pro­vem a efi­cá­cia dos mesmos!

O nosso corpo con­se­gue pro­du­zir o colá­geno, desde que nas­ce­mos, e para essa pro­du­ção, o orga­nismo uti­liza vários ami­noá­ci­dos, vita­mi­nas e mine­rais. Além de toda essa equipe, ainda é pre­ciso que haja NECESSIDADE do corpo para esti­mu­lar o mesmo a pro­du­zir colá­geno, ou seja, se tudo esti­ver em ordem, o colá­geno será pro­du­zido e o orga­nismo fun­ci­o­nará bem, tendo como resul­tado uma pele sau­dá­vel e um meta­bo­lismo funcionante.

Fica claro a impor­tân­cia e a pri­o­ri­dade de uma ali­men­ta­ção equi­li­brada: as prin­ci­pais fon­tes de colá­geno são os ali­men­tos ricos em pro­teí­nas de ori­gem ani­mal, e para que este seja pro­du­zido pelo orga­nismo, é impor­tante que sua dieta inclua boas fon­tes de vita­mi­nas e mine­rais, como vita­mina A, C, D, zinco e silício.

O colá­geno da bala não terá o efeito dese­jado, pois pen­sando que o colá­geno é uma pro­teína (vários ami­noá­ci­dos liga­dos), sabe­mos que para absorvê-lo, tere­mos que digeri-lo (ou quebrá-lo) em ami­noá­ci­dos nova­mente. E quem será absor­vido em nosso orga­nismo serão somente eles, os ami­noá­ci­dos. Eles sim serão uti­li­za­dos! Mas isso, con­se­gui­mos com uma ali­men­ta­ção equi­li­brada em pro­teína, con­cor­dam? Conseguiremos da mesma forma uma que­bra das pro­teí­nas e a absor­ção de ami­noá­ci­dos para exer­ce­rem suas funções.

Em defi­ni­ção, a pro­teína nunca será absor­vida pelo intes­tino, somente por­ções meno­res e, no caso do colá­geno, há ainda o agra­vante da neces­si­dade de uma pré-digestão (atra­vés do cozi­mento para a que­bra do mesmo). Portanto, colá­geno inte­gral é de pouca diges­ti­bi­li­dade e teria uma fun­ção maior como fibra ali­men­tar, do que como fonte de aminoácidos.

Além disso, após a absor­ção dos ami­noá­ci­dos, se o orga­nismo achar neces­sá­rio a pro­du­ção de colá­geno, ele deverá ter vita­mi­nas e mine­rais para a sín­tese de colá­geno, vol­tando nova­mente para a impor­tân­cia da ali­men­ta­ção equilibrada!

Para os pro­du­tos que ofe­re­cem, além do colá­geno, as vita­mi­nas e os mine­rais neces­sá­rios para sua pro­du­ção, pode­mos lem­brar do que fala­mos lá em cima: para pro­du­zir o colá­geno, nosso orga­nis­mos pre­cisa da NECESSIDADE do mesmo.

Cada bala tem cerca de 2g de colá­geno, e pen­sando nas reco­men­da­ções de inges­tão de pro­teí­nas neces­sá­rias ao dia, estas 2g seria quase insig­ni­fi­cante. Talvez a pes­soa não coma ape­nas uma bala, é claro! Mas não pode­mos incen­ti­var o con­sumo de balas de colá­geno como fonte pro­téica, pois mui­tos micro­nu­tri­en­tes fal­ta­riam nesta dieta, os quais cons­ta­riam com faci­li­dade em uma ali­men­ta­ção balan­ce­ada. Alias, como fonte pro­téica, o colá­geno é de bai­xís­simo valor biológico.

Comparando alguns pro­du­tos que apre­sen­tam colá­geno em sua com­po­si­ção, temos as seguin­tes informações:

Ou seja, é fácil per­ce­ber que com o con­sumo de uma sim­ples gela­tina con­se­gui­mos a mesma (ou até mais) quan­ti­dade de colá­geno e, se for­mos com­pa­rar o valor des­ses pro­du­tos, nem pre­ci­sa­mos dizer que a gela­tina seria a melhor opção, certo?

Em resumo, que­ri­dos (as) bai­la­ri­nos (as): com uma ali­men­ta­ção ade­quada, con­se­gui­mos todas as fer­ra­men­tas impor­tan­tes para a pro­du­ção do colágeno!

Por: Tânia Rodrigues é nutricionista especialista em Fisiologia do Exercício e Nutrição Esportiva e diretora técnica da RG Nutri – Clínica e Nutrição Esportiva.


Dança saudável: corpo e pele bem nutridos

Sabemos que a pai­xão pela dança nos leva a uma pre­o­cu­pa­ção com um corpo sau­dá­vel e com a beleza que o mesmo nos pro­por­ci­ona, sendo assim, é claro que nossa pele não pode­ria ficar de fora dessa!

A melhor pre­ven­ção para uma pele bonita e sau­dá­vel está rela­ci­o­nada a uma boa qua­li­dade de vida, o que engloba uma rotina ali­men­tar equi­li­brada, exer­cí­cios físi­cos diá­rios (vamos dan­çar?) e a eli­mi­na­ção de hábi­tos prejudiciais.

Foto: Reprodução

Caros (as) bai­la­ri­nos (as), a liga­ção entre a ali­men­ta­ção sau­dá­vel e os bene­fí­cios para a pele torna-se evi­dente com estu­dos que com­pro­vam a cada dia que as defi­ci­ên­cias de alguns nutri­en­tes podem acar­re­tar mani­fes­ta­ções pre­ju­di­ci­ais e que, por outro lado, alguns nutri­en­tes desem­pe­nham o papel de pro­te­ção de efei­tos malé­fi­cos cau­sa­dos pela luz solar, por exemplo.

Dentre esses nutri­en­tes impor­tan­tes, o zinco tem se des­ta­cado, sabia? Uma de suas fun­ções é pre­ve­nir con­tra o enve­lhe­ci­mento pre­coce da pele. O Zinco esti­mula a mul­ti­pli­ca­ção das célu­las, auxi­li­ando na sua rápida reno­va­ção. Alguns estu­dos mos­tra­ram ainda que a suple­men­ta­ção desse mine­ral é efi­ci­ente no tra­ta­mento da acne e que a sua defi­ci­ên­cia pode ter como con­sequên­cias as dermatites.

Papel e caneta na mão! As prin­ci­pais fon­tes die­té­ti­cas de zinco são pro­du­tos ani­mais, entre eles: maris­cos, ostras, car­nes ver­me­lhas, aves, fígado e ovos.

Outro ponto chave para a saúde da pele são as vita­mi­nas. O con­sumo de fru­tas como laranja, ace­rola, morango, limão, de vege­tais ala­ran­ja­dos como cenoura e abó­bora e de vege­tais ver­des escu­ros como bró­co­lis e espi­na­fre é essen­cial para obter­mos as vita­mi­nas A e C, as quais melho­ram o aspecto da pele.

Pense bem… Como está o seu con­sumo des­sas vita­mi­nas tão importantes?

Outra vita­mina essen­cial é a encon­trada nas nozes, amên­doas e nos óleos vege­tais, a Vitamina E, que atua na manu­ten­ção da inte­gri­dade da pele. As vita­mi­nas do com­plexo B tam­bém estão nessa! Elas auxi­liam na regu­la­ção da pro­du­ção de sebo pelas glân­du­las sebá­ceas, con­tri­buindo para uma pele menos oleosa.

Atenção: para aumen­tar o seu con­sumo, basta inge­rir legu­mi­no­sas, pães e cere­ais inte­grais, ovos e ver­du­ras escu­ras, não é fácil?

Os ácidos gra­xos ômega-3 tam­bém são bas­tante cota­dos! Pesquisas tem demons­trado um efeito foto­pro­te­tor dos mes­mos, ou seja, efei­tos con­tra o dano indu­zido pela radi­a­ção Ultra Violeta. Você pode encon­trar ômega-3 em pei­xes gor­du­ro­sos como o sal­mão e o atum, óleo de linhaça, ger­ge­lim e girassol.

Se você é ado­les­cente, sabe que exis­tem dois pro­ble­mas comuns prin­ci­pal­mente nessa fase: a ole­o­si­dade da pele e o sur­gi­mento da acne, sendo que exis­tem inú­me­ras cau­sas para esses acon­te­ci­men­tos. A ali­men­ta­ção, asso­ci­ada a um estilo de vida sau­dá­vel, pode ame­ni­zar o pro­blema, porém não con­siste num tra­ta­mento único. Para isso, você deve evi­tar o excesso de gor­du­ras, inge­rir uma quan­ti­dade ade­quada de pro­teí­nas (as quais melho­ram a recu­pe­ra­ção teci­dual e favo­re­cem o equi­lí­brio e o cres­ci­mento celu­lar) e não dei­xar de lado as fru­tas e folhas, ali­men­tos ricos em fibras, que desem­pe­nham um papel impor­tante na saúde da pele, pois con­tri­buem para o bom fun­ci­o­na­mento do intes­tino, aju­dando a eli­mi­nar as toxi­nas do orga­nismo e impe­dindo que o seu acú­mulo seja refle­tido na pele.

Para man­ter sua beleza, em geral, o con­sumo ade­quado de água é impres­cin­dí­vel, pois favo­rece a absor­ção dos nutri­en­tes neces­sá­rios ao equi­lí­brio da pele e garante a sua hidra­ta­ção. Além disso, a água tra­ba­lha junto com as fibras esti­mu­lando o trân­sito intes­ti­nal. A quan­ti­dade média de água a ser con­su­mida para pro­mo­ver bene­fí­cios à saúde da pele é de apro­xi­ma­da­mente 2 litros por dia. Já encheu quan­tas vezes sua gar­ra­fi­nha hoje?

E nada como man­ter uma pele sem­pre jovem, não é mesmo? Aproveite, e dê uma olhada nos anti­o­xi­dan­tes que aju­dam na pre­ven­ção do enve­lhe­ci­mento pre­coce da pele:

  • – ß-caro­teno: vege­tais ver­des escu­ros, batata doce, cenoura, couve, espi­na­fre, abó­bora, entre outros;
  • – Glutationa: aba­cate, aspargo, melan­cia, morango, batata branca, bró­co­lis, tomate cru, entre outros;
  • – Indóis: bró­co­lis, couve de bru­xe­las, repo­lho, couve flor, agrião, couve, raba­nete e nabo;
  • – Licopeno: tomate, melan­cia e damasco;
  • – Quercitina: cebola, uva ver­me­lha, bró­co­lis e abó­bora ama­rela italiana;
  • – Coenzima Q10: sar­di­nha, amen­doim, nozes e semente de gergelim;
  • – Vitamina C: pimen­tão verde e ver­me­lho, bró­co­lis, couve de bru­xe­las, couve flor, morango, espi­na­fre e fru­tas cítricas;
  • – Vitamina E: óleos vege­tais, amên­doas, soja e semen­tes de girassol;
  • – Polifenós: chá verde;
  • – Astaxantina: sal­mão e camarão

 

 

Evitar o fumo tam­bém é um grande passo! Para se ter uma ideia, o risco de um fumante desen­vol­ver cân­cer de célu­las esca­mo­sas é 50% maior do que a de um não fumante. Esse hábito, além de pro­por­ci­o­nar rugas, tam­bém é um grande fator de risco para inú­me­ras doen­ças, com­pro­me­tendo sua saúde e tam­bém, a esté­tica. Fique esperto, nada de cigarro!

Bom, além de uma ali­men­ta­ção ade­quada, dan­çar e ten­tar evi­tar o estresse do dia-a-dia tam­bém é impor­tan­tís­simo! O exer­cí­cio diá­rio man­tém o san­gue cir­cu­lante, o que melhora a dis­tri­bui­ção de oxi­gê­nio para a pele e, con­se­quen­te­mente, ajuda a man­ter sua pele sau­dá­vel! Existe algo melhor do que dan­çar e ficar ainda mais bonita?

Por Tânia Rodrigues – é nutricionista especialista em Fisiologia do Exercício e Nutrição Esportiva e diretora técnica da RG Nutri – Clínica e Nutrição Esportiva.


Tendências de beleza da São Paulo Fashion Week

Semana pas­sada rolou a São Paulo Fashion Week (semana de moda mais impor­tante da América Latina), que apre­sen­tou ten­dên­cias para o verão 2013, e eu estive por lá para acompanhar.

Sou apai­xo­nada por maqui­a­gem, então resolvi sepa­rar as bele­zas mais lin­das tem­po­rada para dvi­dir com vocês por aqui. Como toda bai­la­rina, tive que apren­der as téc­ni­cas de fazer umabeleza de palco impe­cá­vel, e adoro me ins­pi­rar em des­fi­les de moda, que sem­pre car­re­gam um quê de fantasia.

Nesta edi­ção, inclu­sive, tive­mos mui­tos coques e cabelo preso. Os meus pen­te­a­dos favo­ri­tos foram os de André Lima, Água de Côco e da Uma por Rachel Davidowickz.

A pele estava muito ilu­mi­nada, com blush pês­sego para dar uma apa­rên­cia bron­ze­ada. Afinal, esta­mos falando de verão! O bri­lho tam­bém estava pre­sente nas som­bras metá­li­cas, que pas­se­a­ram por tons de verde, azul e dourado.O único que ousou um pouco mais além das cores foi André Lima, que optou por um deli­ne­a­dor preto bem-humorado, no estilo Amy Winehouse.

Cores leves nos lábios, como coral e rosa, com­ple­ta­vam o look. Agora é só se ins­pi­rar para o verão.… e para os palcos!


Moda: o ballet como inspiração

Muitos esti­lis­tas ao longo de sua car­reira criam cole­ções ins­pi­ra­das na dança. Todas já vimos cole­ções reche­a­das de tules, ren­das, laços e cores em tons pastel.

Esses deli­ca­dos ele­men­tos, tão carac­te­rís­ti­cos do figu­rino das bai­la­ri­nas, estão saindo dos estú­dios de dança direto para os edi­to­ri­ais de moda e pas­sa­re­las bada­la­das do mundo todo.

Mas por mais que o mundo enxer­gue bai­la­ri­nas como meni­nas sem­pre doces e deli­ca­das, quem olha de den­tro do mundo da dança sabe que na rea­li­dade somos garo­tas nor­mais — e temos tam­bém nos­sos dias de TPM! Por isso, uma cole­ção que cha­mou muito a aten­ção foi a da marca de aces­só­rios New Order, des­fi­lada em 2011.

Suas “bai­la­ri­nas mili­ta­res” mos­tra­ram um lado não tão conhe­cido da dança, supos­ta­mente doce e into­cá­vel. Uma das mais cri­a­ti­vas que já vis­tas até hoje…

No inverno da New Order, a bai­la­rina se trans­forma em sol­da­di­nho de chumbo. O resul­tado? Uma over­dose de botas e cotur­nos que par­tem da forma da sapa­ti­lha da bai­la­rina, mas apa­re­cem no tra­di­ci­o­nal verde oliva mili­tar. Em con­tra­ponto, outros pares vinham em nude rosé ou com um camu­flado de cristais.

Para acompanhá-los, a cole­ção conta com mochi­las de cetim, bol­sas do tipo saco ou carteiro.

Para nos ins­pi­rar mais, a Maria Bonita Extra tam­bém teve sua cole­ção de bai­la­ri­nas no Fashion Rio 2011, e é bom saber que são peças que real­mente podem ser usa­das por nós.

Inspire-se nos looks de cele­bri­da­des que apos­tam na ten­dên­cia. A moda festa pode ter seu estilo bai­la­rina de ser, em peque­nos detalhes.


Moda: o ballet como inspiração

Muitos esti­lis­tas ao longo de sua car­reira criam cole­ções ins­pi­ra­das na dança. Todas já vimos cole­ções reche­a­das de tules, ren­das, laços e cores em tons pastel.

Esses deli­ca­dos ele­men­tos, tão carac­te­rís­ti­cos do figu­rino das bai­la­ri­nas, estão saindo dos estú­dios de dança direto para os edi­to­ri­ais de moda e pas­sa­re­las bada­la­das do mundo todo.

Mas por mais que o mundo enxer­gue bai­la­ri­nas como meni­nas sem­pre doces e deli­ca­das, quem olha de den­tro do mundo da dança sabe que na rea­li­dade somos garo­tas nor­mais — e temos tam­bém nos­sos dias de TPM! Por isso, uma cole­ção que cha­mou muito a aten­ção foi a da marca de aces­só­rios New Order, des­fi­lada em 2011.

Suas “bai­la­ri­nas mili­ta­res” mos­tra­ram um lado não tão conhe­cido da dança, supos­ta­mente doce e into­cá­vel. Uma das mais cri­a­ti­vas que já vis­tas até hoje…

No inverno da New Order, a bai­la­rina se trans­forma em sol­da­di­nho de chumbo. O resul­tado? Uma over­dose de botas e cotur­nos que par­tem da forma da sapa­ti­lha da bai­la­rina, mas apa­re­cem no tra­di­ci­o­nal verde oliva mili­tar. Em con­tra­ponto, outros pares vinham em nude rosé ou com um camu­flado de cristais.

Para acompanhá-los, a cole­ção conta com mochi­las de cetim, bol­sas do tipo saco ou carteiro.

Para nos ins­pi­rar mais, a Maria Bonita Extra tam­bém teve sua cole­ção de bai­la­ri­nas no Fashion Rio 2011, e é bom saber que são peças que real­mente podem ser usa­das por nós.

Inspire-se nos looks de cele­bri­da­des que apos­tam na ten­dên­cia. A moda festa pode ter seu estilo bai­la­rina de ser, em peque­nos detalhes.

Por: Isabel Assunção estuda jornalismo e é apaixonada pela dança e moda, acredita que devemos aproveitar cada centímetro da vida para que nem um pliê passe em branco.


Tendências de beleza da São Paulo Fashion Week

Semana pas­sada rolou a São Paulo Fashion Week (semana de moda mais impor­tante da América Latina), que apre­sen­tou ten­dên­cias para o verão 2013, e eu estive por lá para acompanhar.

Foto: Carol Lancelloti

Sou apai­xo­nada por maqui­a­gem, então resolvi sepa­rar as bele­zas mais lin­das tem­po­rada para dvi­dir com vocês por aqui. Como toda bai­la­rina, tive que apren­der as téc­ni­cas de fazer uma beleza de palco impe­cá­vel, e adoro me ins­pi­rar em des­fi­les de moda, que sem­pre car­re­gam um quê de fantasia.

Nesta edi­ção, inclu­sive, tive­mos mui­tos coques e cabelo preso. Os meus pen­te­a­dos favo­ri­tos foram os de André Lima, Água de Côco e da Uma por Rachel Davidowickz.

 

Fotos: Carol Lancelloti

A pele estava muito ilu­mi­nada, com blush pês­sego para dar uma apa­rên­cia bron­ze­ada. Afinal, esta­mos falando de verão! O bri­lho tam­bém estava pre­sente nas som­bras metá­li­cas, que pas­se­a­ram por tons de verde, azul e dourado.O único que ousou um pouco mais além das cores foi André Lima, que optou por um deli­ne­a­dor preto bem-humorado, no estilo Amy Winehouse.

Fotos: Carol Lancelloti

Cores leves nos lábios, como coral e rosa, com­ple­ta­vam o look. Agora é só se ins­pi­rar para o verão.… e para os palcos!